terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Assista documentário “O Veneno Está na Mesa”, de Sílvio Tendler


Cada brasileiro consome em média 5,2 litros de agrotóxicos por ano. Até quando vamos engolir isso?
O Brasil é o país do mundo que mais consome agrotóxicos: 5,2 litros/ano por habitante.
Muitos desses herbicidas, fungicidas e pesticidas que consumimos estão proibidos em quase todo mundo pelo risco que representam à saúde pública.
O perigo é tanto para os trabalhadores, que manipulam os venenos, quanto para os cidadãos, que consumem os produtos agrícolas.
veneno está na mesa
Só quem lucra são as transnacionais que fabricam os agrotóxicos.
A ideia do filme é mostrar à população como estamos nos alimentando mal e perigosamente, por conta de um modelo agrário perverso, baseado no agronegócio.
O documentário “O Veneno Está na Mesa”, autoria do cineasta Sílvio Tendler, foi lançado no dia 25 de julho último e faz parte da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida, encabeçada por várias entidades socias, populares, de trabalhadores e ambientalistas de todo o país.
“O Veneno Está na Mesa”
O documentário está dividido em quatro partes no YouTube:
• ACESSE AQUI para a primeira parte
• ACESSE AQUI para a segunda parte
• ACESSE AQUI para a terceira parte
• ACESSE AQUI para a quarta-feira
Entrevista com Sílvio Tendler
• ACESSE AQUI para ler entrevista com Sílvio Tendler, autor do documentário, concedida ao Jornal Brasil de Fato e publicada no site do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST – http://www.mst.org.br/ )
Shell/Basf – O lucro acima da vida
shell basf
Aproveite e reveja o documentário intitulado “Caso Shell/Basf: O Lucro Acima da Vida”, que conta a história do crime de contaminação ambiental e humana cometido pelas duas multinacionais na planta industrial situada no bairro Recanto dos Pássaros, em Paulínia/SP.
O vídeo foi premiado na 5ª Mostra Cine/Trabalho na Unesp/Bauru, em maio de 2010, e é uma produção do COT (Centro Organizativo dos Trabalhadores), ATESQ (Associação dos Trabalhadores Expostos a Substâncias Químicas) e do Sindicato Químicos Unificados.
ACESSE AQUI para assistir (ou fazer download) do documentário “Caso Shell/Basf: O Lucro Acima da Vida”
A problemática dos agrotóxicos no Brasil
doenças causadas por agrotóxicos
Doenças causadas por agrotóxicos
O Brasil é o primeiro colocado no ranking mundial do consumo de agrotóxicos. Mais de um milhão de toneladas (equivalente a mais de 1 bilhão de litros) de venenos foram jogados nas lavouras em 2009, de acordo com dados do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para a Defesa Agrícola.
Com a aplicação exagerada de produtos químicos nas lavouras do país, o uso de agrotóxicos está deixando de ser uma questão relacionada especificamente à produção agrícola e se transforma em um problema de saúde pública e preservação da natureza.
O consumo de agrotóxicos cresce de forma correspondente ao avanço do agronegócio, modelo de produção que concentra a terra e utiliza quantidades crescentes de venenos para garantir a produção em escala industrial.
Desta forma, o uso excessivo dos agrotóxicos está diretamente relacionado à atual política agrícola do país, que foi adotada a partir da década de 1960. Com a chamada Revolução Verde, que representou uma mudança tecnológica e química no modo de produção agrícola, o campo passou por uma “modernização” que impulsionou o aumento da produção, mas de forma extremamente dependente do uso dos pacotes agroquímicos [adubos, sementes melhoradas e venenos].
Segundo a Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), na última safra foram vendidos mais de 7 bilhões de dólares em agrotóxicos. Todo este mercado se concentra nas mãos de apenas seis grandes empresas transnacionais, que controlam mais de 80% do mercado dos venenos. São elas: Monsanto; Syngenta; Bayer; Dupont; DowAgrosciens e Basf.
Nesse quadro, os agrotóxicos já ocupam o quarto lugar no ranking de intoxicações. Ficam atrás apenas dos medicamentos, acidentes com animais peçonhentos e produtos de limpeza. Essas fórmulas podem causar esterilidade masculina, formação de cataratas, evidências de mutagenicidade, reações alérgicas, distúrbios neurológicos, respiratórios, cardíacos, pulmonares, no sistema imunológico e no sistema endócrino, ou seja, na produção de hormônios, desenvolvimento de câncer, dentre outros agravos à saúde.
Fonte e mais detalhes em:
http://www.mabnacional.org.br/
Veja Também:
  1. “O veneno está na mesa”
  2. Agroquímicos: os venenos continuam à nossa mesa
  3. Assista documentário e leia cartilha “O petróleo tem que ser nosso”
  4. Assista vídeo sobre crime ambiental Shell/Basf, premiado na Unesp-Marília/SP
  5. Agrotóxicos no seu estômago
http://zequinhabarreto.org.br/

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