quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Sedup Guarabira realiza atividades nesta quarta (20), Dia da Consciência Negra

Roda de Diálogo: “NEGRITUDE: O que eu tenho a ver com isso?” E roda de Capoeira acontecem durante à tarde em Guarabira
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Com o tema “Negritude: o que eu tenho ver com isso?” o Serviço de Educação Popular (Sedup) organiza uma roda de diálogo, nesta quarta-feira, dia 20, às 16h, em frente à sede da associação, para estimular a discussão sobre as questões raciais em Guarabira. A proposta é envolver os movimentos sociais num debate sobre racismo, igualdade racial, discriminação e sobre as políticas públicas já conquistadas e outras que ainda precisam ser propostas e reivindicadas.
Uma das questões que se espera abordar é como a mídia, escola, Igreja entre outros segmentos sociais formadores de opinião pública constroem a imagem do negro no Brasil. Para facilitar o debate foram convidados representantes de instituições que pautam e vivenciam a realidade e a cidadania dos negros e negras, na Paraíba, em diferentes aspectos relacionados à pessoa negra e à cultura afro-brasileira.
Os facilitadores/as da Roda de Diálogo serão: a jovem Daniela Fernanda Santos, do Grupo de Capoeira Angola Palmares em Guarabira; Waldeci Ferreira Chagas, Professor Doutor da Universidade Estadual da Paraíba – Campus Guarabira; Terlúcia Silva, da Organização de Mulheres Negras da Paraíba – Bamidelê; e Mãe Jô,  do Ilê Axé Oyace Legi.
Encerrando a programação às 17 horas o Grupo Capoeira Angola Palmares em Guarabira, fará uma roda de Capoeira na Praça Lima e Moura em comemoração ao Dia da Consciência Negra e ao aniversário do próprio grupo.
O Dia Nacional da Consciência Negra é uma data estabelecida pelo projeto lei número 10.639, no dia 9 de janeiro de 2003. Foi escolhida a data porque foi neste dia, no ano de 1695, que morreu Zumbi, líder do Quilombo dos Palmares, personagem histórico que representa a luta do negro contra a escravidão, no período do Brasil Colonial. Zumbi morreu em combate, defendendo seu povo e sua comunidade. Os quilombos representavam uma resistência ao sistema escravista e também um forma coletiva de manutenção da cultura africana aqui no Brasil.
A criação da data é importante para a promoção da conscientização e reflexão sobre a importância da cultura e do povo africano na formação da cultura nacional. Um dia para lembrar e comemorar em escolas, espaços culturais, movimentos populares, valorizando a cultura afro-brasileira – em defesa da cidadania de povos excluídos e discriminados.
Com a Assessoria
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